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Psicólogo

Psicólogo em Brusque.

Psicologia é a área da ciência que estuda a mente e o comportamento humano e as suas interações com o ambiente físico e social.

O ritmo desenfreado da sociedade materialista trouxe à tona algumas mudanças de valores sem levar em conta a individualidade do ser.

Paralelamente às facilidades do mundo moderno, também podemos perceber os sintomas de ansiedade, angústia, falta de sensação de realização pessoal e baixa autoestima.

Em alguns casos mais profundos, podem surgir patologias como depressão, Síndrome do Pânico, TOC, hiperatividade, Déficit de Atenção, distúrbios alimentares, distúrbios de personalidade, esquizofrenia, entre outras.

A psicoterapia é útil para qualquer pessoa que queira compreender melhor a si mesmo e aos outros, e não deveria ser lembrada somente como recurso emergencial ou como prevenção de distúrbios psicológicos graves.

 

Dra. Sueli Aparecida De Nadai Bruno CRP 12/19.091 - CRP 12/19.091 Psicóloga formada desde 2006, pelo Centro Universitário de Santo André - SP. Pós-graduada em MBA em Gestão de Pessoas; Pós- graduada em Clínica Psicanalítica; Aprimoramentos em Psicopatologia; Doenças Psicossomáticas; Especialista em Síndrome de Burnout.

 

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Quando devo procurar um psicólogo?

 

 Mesmo no século 21, ainda existem pessoas que consideram o psicólogo como “médico de maluco”. Mas comparado há anos atrás, esse número vem diminuindo drasticamente e muitas são as pessoas que recorrem a ajuda psicológica em momentos difíceis ou frente a alguns problemas que parecem de difícil solução.

Por outro lado, muitas pessoas que pensam em procurar um psicólogo, desistem por vários motivos: vergonha, medo, desconhecimento ou por não acreditarem que o profissional poderá ajudar.

Mas a psicologia tem por objetivo ajudar as pessoas a lançar a consciência sobre as próprias emoções, colaborando para o auto-conhecimento e também, a encontrar dentro de si mesmo as respostas que procuram.

 

Sintomas que indicam a necessidade de procurar um psicólogo.

 

1. Suas emoções são intensas

Todo ser humano se sente triste ou fica nervoso diante de determinadas situações nas diferentes fases da vida. Apesar disso, é preciso prestar atenção na intensidade e frequência das suas emoções. Quando os sentimentos paralisam e causam danos, eles devem ser investigados.

Quem deixa de procurar apoio pode desenvolver ansiedade e ter dificuldade para tomar decisões importantes por medo ou pânico. Isso acontece porque alguns indivíduos têm uma percepção equivocada em relação a um acontecimento e passam a enxergá-lo como algo muito maior do que realmente é.

2. Você tem pensamento fixo em traumas

Um acidente, uma perda, uma separação são eventos que marcam as nossas vidas e podem nos deixar traumatizados. Se, ao longo das semanas ou mesmo meses, você se der conta de que não para de pensar nesses acontecimentos, é necessário recorrer ao psicólogo.

Na verdade, muitas vezes o acompanhamento precisa ser iniciado de imediato nessas situações. As sessões vão ajudar o paciente a lidar com o problema de modo a amenizar o seu sofrimento e dissipá-lo o mais rápido possível dependendo de cada caso. Portanto, não deixe de fazer terapia se o evento estiver atrapalhando a sua vida.

3. Você se sente desmotivado

A falta de motivação diária deixa a gente cada vez mais triste e desconectado das pessoas e dos acontecimentos. Quando estamos desmotivados, perdemos o interesse pelas pessoas, pelo trabalho e até mesmo pelas atividades de que mais gostamos.

Inclusive, a desmotivação pode ser um indício de depressão. Pessoas que dormem demais e não querem sair da cama quando acordam também podem estar depressivas. A terapia é fundamental para descobrir a razão do problema, bem como a sua solução.

4. Seu humor varia constantemente

Um dia você está muito feliz, no outro extremamente triste. Se isso acontece com frequência, é preciso examinar a causa da variação de humor. Em muitas situações, o paciente é diagnosticado com algum tipo de transtorno emocional. Apenas o terapeuta poderá descobrir qual é o problema e como tratá-lo.

5. Seu rendimento no trabalho está muito baixo

De uma forma ou de outra, os problemas pessoais acabam interferindo na vida profissional. O contrário também pode acontecer. Quando não estamos bem, perdemos a atenção mais facilmente e temos dificuldade para nos concentrar nas nossas atividades.

A situação tende a se agravar quando o rendimento no trabalho cai por um longo período, o que pode colocar em risco o próprio emprego. Nesse caso, fazer terapia pode ser a única maneira de solucionar as questões emocionais para encontrar um rumo para a vida pessoal e profissional.

6. Suas relações estão difíceis

Nenhum evento novo aconteceu, mas, ainda assim, você está com dificuldades para se relacionar com o seu parceiro ou sua parceira? Anda impaciente com os seus filhos? As brigas em casa estão cada vez mais frequentes? Qual é a razão para o desgaste nas relações?

Muitas vezes, nem mesmo a gente sabe compreender o que está sentindo ou identificar as próprias emoções. Esse é um bom momento para se conhecer melhor, mudar o comportamento e ampliar os horizontes. Nesse sentido, o apoio profissional será fundamental para melhorar a sua relação com o outro.

Como você pôde perceber, a procura por ajuda psicológica é indicada não só para quem tem um problema emocional grave, mas também para todos os indivíduos que buscam lidar da melhor maneira possível com as dificuldades diárias. Portanto, qualquer pessoa pode — e deve — fazer terapia.

Problemas físicos

As emoções podem afetar nossa saúde física, sim.

Diversas pesquisas já comprovaram que o estresse crônico pode se manifestar através de dores musculares, abdominais e estomacais, queda do sistema imunológico (gripes, resfriados e outras doenças), redução do apetite sexual, queda de cabelo, fragilidade das unhas, emagrecimento ou ganho de peso, etc.

E por que deixar piorar para se tornar algo mais grave?

Dores de cabeça frequentes e enxaquecas, crises de gastrite ou irritação no estômago, constipação, dores musculares, fadiga, baixa imunidade, são manifestações que podem ter origem psicoemocional.

O Transtorno de Ansiedade Generalizado (TAG), por exemplo, pode se manifestar em problemas físicos como baixa imunidade, sudoreses etc. Com o tempo, esses problemas psicossomáticos podem se tornar ainda mais graves, prejudicando o cotidiano da pessoa.

 

Abuso de substâncias

Na tentativa de anestesiar ou mascarar os maus sentimentos, muitas pessoas começam a procurar conforto nas drogas, bebidas ou na alimentação.

Se você percebe que está consumindo mais bebida alcoólica, ou sente mais vontade de procurar essas e outras substâncias químicas, é sinal de que algo não vai muito bem.

A mudança no apetite também pode ser inversa e a pessoa não ter mais vontade nenhuma de se alimentar.

Se faz abuso de substâncias para manter-se em constante ritmo ou aliviar é também sinal e momento de procurar terapia.

O abuso de substâncias, lícitas ou ilícitas, muitas vezes pode ser encarada como uma “automedicação”, ou seja, o indivíduo busca alívio para alguma desordem que ele já tenha, seja ela psicológica, emocional ou social.

Além disso, o abuso de substância pode gerar ainda mais transtornos, o que prejudica seriamente a vida da pessoa e de quem os rodeia.

 

Baixo rendimento nas atividades

Parte superior do formulário

Parte inferior do formulário

Falta de concentração e foco no trabalho, procrastinação em casa, tudo isso pode ser atribuído à transtornos emocionais.

A depressão, por exemplo, pode se manifestar como profunda apatia e falta de vontade de fazer atividades que antes o interessava. Com isso, a pessoa perde a produtividade, falta à escola, se isola…

Então, caso haja baixo rendimento em suas atividades, fique alerta. Isso pode ser um sintoma.

 

Falta de vontade e desejo

A desconexão com aquilo que se gosta de fazer, estar em companhia das pessoas queridas, quando a relação social ou o relacionamento íntimo estão esfriando, é também o momento de procurar terapia e saber o que está acontecendo.

A apatia pode indicar diversos transtornos que irão se agravar com o tempo.

 

Comportamentos problemáticos

Existem certas compulsões que podem gerar transtornos alimentares, obsessivos, manias e até fobias. Infelizmente, muitas pessoas fazem uso da automedicação, sem diagnóstico, e acabam por intensificar estes transtornos.

Não é fácil lidar com as próprias emoções, e quando se vive apenas no piloto automático, o risco de se machucar à frente é muito grande.

O excesso de emoções e disfunções que são gerados a partir disso fazem as pessoas construírem uma bola de neve. E desordens psicológicas podem afetar até mesmo as pessoas que convivem com ela.

Se conhecer e cultivar o autocontrole é essencial para lidar com os problemas. Assim, o momento de procurar terapia pode ser hoje mesmo!

 

Insatisfação

Os hobbies que você sempre teve, gostava e te faziam felizes, já não te chamam mais a atenção.

Você não sente mais vontade de sair com os amigos, praticar um esporte ou frequentar um curso que antes gostava muito. É uma sensação de desilusão, de que tudo é vão e nada faz sentido.

 

Relacionamentos desgastados

Amigos, familiares e namorados ou esposos não te agradam mais e você possui dificuldade para interagir com eles.

Muitas vezes, as pessoas mais importantes para você não conseguem compreender o que de fato está acontecendo, o porquê e o que podem fazer para ajudá-lo.

 

Não consegue definir “o querer”

Durante a terapia, o profissional vai ajudá-lo a buscar e aplicar as ferramentas certas no momento certo. Principalmente naquele em que bate o sentimento de querer realizar algo, mas não sabe bem o que é.

Essa sensação pode estar infiltrada e (muito bem) misturada com o “querer” de pais, marido, namorado, amigos e a sociedade em geral.

Quantas vezes você já não ouviu que é fundamental procurar um emprego antes de casar? E que depois de casar é quase que obrigatório ter um filho?

Aí você começa a pensar e descobre que…ninguém criou isso. O que aconteceu é que as expectativas e desejos dos outros misturam-se aos nossos, tudo vira um bolo e não sabemos mais diferenciar o que realmente queremos.

Claro que não é fácil chutar o balde e decidir tudo de uma vez, mas acredite: o terapeuta pode lhe ajudar nessa transição.

 

Quais são os tipos de terapia mais comuns?

A psicoterapia pode ser direcionada a diversas problemáticas, desde aquelas consideradas simples (como crise de identidade e de relacionamentos) até as mais complexas (como crises de pânico, depressão, síndrome de Burnout, anorexia, fobias, etc.).

Por isso, existem vários formatos de terapias, que são aplicadas por profissionais que se especializam no atendimento a determinado grupo de pessoas. São alguns exemplos:

 

  • Terapia individual;
  • Terapia de casal;
  • Terapia infantil;
  • Terapia comportamental;
  • Terapia domiciliar;
  • Terapia para adolescentes.

 

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Dra. Sueli Aparecida De Nadai Bruno CRP 12/19.091 - CRP 12/19.091 Psicóloga formada desde 2006, pelo Centro Universitário de Santo André - SP. Pós-graduada em MBA em Gestão de Pessoas; Pós- graduada em Clínica Psicanalítica; Aprimoramentos em Psicopatologia; Doenças Psicossomáticas;

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